Nessa manhã, em visita ao Açude Público Pereira de Miranda, juntamente com o fotógrafo Iron Barbosa, ficamos muito surpresos com a atual situação do nosso manancial, que por sua vez vem a ser o quinto maior do estado. O que nos chamou ainda mais atenção, embora sendo lamentável, é o o valor histórico proporcionado pela escassez! Por um momento, ao fechar os olhos, consigo imaginar os 11.000 trabalhadores do DNOCS desbravando as matas e dando espaço para o que hoje é nosso Açude. Com a seca, essa história foi redescoberta, dando oportunidade aos nossos pesquisadores de fazerem suas análises sucintas dessa obra que foi inaugurada em 1957 e que possui tantas lendas e fatos.
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